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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

ZEROEMAG - A cidade com cheirinho a bronzeador





http://www.zeroemag.pt/



Sou uma entusiasta de novos projectos e de projectos nascidos e criados em Lisboa.

O assunto que trago hoje é sério, muito sério.

Pode parecer leve mas todas as grandes ideias devem ser encaradas com muita seriedade.

 

ZEROEMAG.

O nome já tem imensa pinta, o facto de ter cheirinho a bronzeador também, e o seu conteúdo não tem apenas pinta, tem qualidade. E tudo isto junto, é raro.

Raro como os grandes projectos, em Lisboa.

O que é a ZEROEMAG e como a conheci.

A Zero aparece na minha vida através de amigos em comum que têm uma imensa paixão sobre Lisboa.

O mote estava lançado e desde Junho que acompanho o trabalho da Zero, acompanho, participo porque sou leitora, e falo sobre a Zero a quem passa por mim e aqui pelo Lisbon.

 

A Zero é uma plataforma digital fundada pela Onírica, agência de conteúdos criada em 2010 (mais para a frente irei falar sobre ela) que tem como base trazer a cultura de praia, do surf, e de tudo o que está inerente à areia, fazendo uma ponte para a cidade, e os cruzamentos que estes assuntos acarretam.

Como tal podemos encontrar notícias sobre surf ( Hey, Rip Curl Pro 2013), entrevistas com as mais variadas personalidades, fundindo os conteúdos de praia e cidade como se esta dualidade estivesse presente em cada esquina da nossa cidade. E garantidamente, está.

Esta sinergia entre estes assuntos faz com que do nada eu esteja a ler um texto sobre o Quiksilver Pro France 2013 ou a entrevista a Tiago F Moura, Ilustrador e Designer de Lisboa.

 

O cheiro a bronzeador e a cultura urbana é aqui um motor de busca de encontros multi-culturais e o facto de Lisboa ter este Tejo que abraça o mar aqui tão perto deposita-nos directamente para esses encontros.

Esta sinergia da praia na cidade traduz-se em trabalhos de graffiti de writers surfistas nas maiores artérias da cidade, traduz-se em excelentes festivais de cinema de surf,  em lojas de marcas de beachwear no centro,  em skaters com marcas de fato de surf no pescoço a galgarem as sete colinas,  em artistas inspirados na cultura de praia com trabalhos em galerias, em projectos sociais e comunitários de intervenção na cidade tendo o mar como mote e em colecções de praia a desfilarem no Chiado... e muito muito mais. E sinto agora, que escrevi, a maior frase de sempre no elenco daquilo que podemos encontrar entre a areia da praia e a calçada de Lisboa.

 

E se de facto uma das maiores características da nossa Portugalidade é a paixão pelo Mar, esta dinâmica faz todo o sentido, pois se nos lançámos por mares nunca dantes navegados é natural que a nossa cidade seja o reflexo dessas grandes, grandes viagens.

Numa conversa informal com o mentor deste projecto pude constatar que todo este móbil existe por Lisboa e da particular sensibilidade que Lisboa lhe traz.

Para quem ama esta cidade, acompanhar a ZERO e o seu cheiro a bronzeador, e o que eu gosto desta definição, deve ser uma sedução que anda lado a lado com a curiosidade, pois todos os dias passo pela Zero porque sei que ela vai trazer mais cor e mais conteúdo à minha cultura urbana, à minha cultura de “garota de praia” e principalmente à minha cidade de Lisboa.

 

Se sou fã? Não, entusiasta. Muito. Grande, grande ideia.

Parabéns Manel Castro, mentor da Zero.

E Parabéns Miguel Bordalo Dias, que participa na Zero e através da Onírica deu materialidade a esta plataforma.

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